Entendendo a História

Entendendo a História

As idéias por si mesmas não podem mudar a sociedade. Esta foi uma das primeiras conclusões de Marx. Tal como muitos pensadores antes dele, Marx insistia que para entender a sociedade seria preciso entender os seres humanos como parte do mundo material.

O comportamento humano seria determinado por forças materiais, tal como o comportamento de qualquer outro objeto natural. O estudo da humanidade seria uma parte do estudo científico do mundo material. Pensadores que tinham esta concepção eram chamados de materialistas.

Marx considerava o materialismo como um grande avanço em relação às várias concepções idealistas e religiosas da história. Significava que você podia discutir cientificamente sobre as condições para as mudanças sociais e não dependia mais de preces a Deus ou mudanças espirituais nas pessoas.

Uma visão materialista muito difundida, mas que nada tem a ver com as idéias marxistas, é aquela que entende que os seres humano são animais. Do mesmo modo em que a natureza do lobo seria a de matar e a do carneiro ser pacífico, a natureza do ser humano seria a de ser agressivo, dominador, competitivo e ambicioso (assim como, as mulheres estariam destinadas a serem dóceis, submissas, respeitosas e passivas).

Uma recente formulação desta concepção pode ser encontrada no grande sucesso de vendas O Macaco Nu. As conclusões que são tiradas de tal livro são invariavelmente reacionárias. Se os homens são naturalmente agressivos, como é dito no livro, não há qualquer sentido em tentar melhorar a sociedade. As coisas irão sempre chegar ao mesmo lugar. As revoluções sempre fracassarão.

Mas, na verdade, a “natureza humana” varia de sociedade para sociedade. Por exemplo, a competição, que é entendida como própria de nossa sociedade, raramente existiu em muitas das antigas sociedades. Quando os cientistas tentaram pela primeira vez aplicar testes de QI em índios Sioux, descobriram que os índios não conseguiam compreender porque não podiam ajudar-se uns aos outros a responder. A sociedade em que eles viviam enfatizavam a cooperação, não a competição.

O mesmo acontece com a agressividade. Quando os esquimós encontraram-se pela primeira vez com os europeus, não faziam a menor idéia do que seria a guerra. A idéia de um grupo de pessoas tentando aniquilar um outro grupo lhes parecia absurda.

Em nossa sociedade é considerado natural que os pais amem e protejam seus filhos. Mas em Esparta, na Grécia Antiga, considerava-se natural levar crianças para o alto das montanhas e abandoná-las para testar sua capacidade de sobreviver ao frio.

Teorias que defendem uma “natureza humana imutável” não podem fornecer explicações para os grandes eventos da história. As pirâmides do Egito, as maravilhas da Grécia Antiga, os impérios romanos e incas, a moderna cidade industrial, são colocadas no mesmo nível que os camponeses ignorantes que vivem em cabanas imundas da Idade Média. Tudo o que importa é o “macaco nu” – não as grandiosas civilizações que o macaco construiu. É irrelevante que algumas formas de sociedade tenham sido capazes de alimentar os “macacos”, enquanto outras deixam milhões morrer de fome.

Muitos aceitam uma concepção materialista diferente, que enfatiza que é preciso mudar o comportamento humano. Tal como os animais podem ser treinados para se comportar de forma diferente, o comportamento humano também poderia ser mudado. Bastaria que as pessoas certas tomassem o controle da sociedade, para que a “natureza humana” fosse transformada.

Esta visão é certamente um grande passo à frente em relação ao “Macaco Nu”. Mas ela falha enquanto explicação sobre como a sociedade como um todo pode ser transformada. Se todos são completamente condicionados na sociedade de nossos dias, como alguém poderia se colocar acima dos outros e enxergar os mecanismos que condicionam as mudanças sociais? Seria uma espécie de minoria escolhida por Deus para ser imune às pressões que dominam todos os outros? Se somos todos animais em um circo, quem seria o domador de leões?

Aqueles que sustentam esta teoria ou acabam dizendo que a sociedade não pode mudar (como em “O Macaco Nu”), ou acreditam que mudanças somente poderiam ser produzidas a partir de fora a sociedade – por Deus, ou “grandes homens”, ou pelo poder de idéia individuais. Seu “materialismo” leva a uma nova versão do idealismo que entra pela porta dos fundos.

Como Marx assinalou, esta doutrina acaba necessariamente por dividir a sociedade em duas partes, uma das quais sendo superior à outra. Esta visão “materialista” é, em geral, reacionária. Um dos mais conhecidos partidários desta visão hoje é um psicólogo de direita chamado Skinner. Ele quer condicionar as pessoas a se comportarem de certos modos. Mas como ele mesmo é um produto da sociedade capitalista norte-americana, seu “condicionamento” significa simplesmente fazer as pessoas se conformarem ao tipo de sociedade norte-americana.

Outra visão materialista culpa a “pressão populacional” por toda a miséria do mundo. (Esta visão costuma ser chamada de malthusianismo, pois foi Malthus, um economista inglês do século 18, quem primeiro apresentou essa idéia). Mas esta concepção não pode explicar porque os Estados Unidos, por exemplo, queima cereais enquanto o povo da Índia morre de fome. Nem pode explicar porque 150 anos atrás não havia alimento suficiente para alimentar 100 milhões de pessoas, enquanto hoje a produção é capaz de alimentar 200 milhões.

Esta visão esquece que cada boca extra a ser alimentada é também um indivíduo a mais capaz de trabalhar para criar riquezas.

Marx chamava a todas essas explicações equivocadas de “materialismo mecanicista” ou “materialismo grosseiro”. Essa visões esqueciam que sendo parte do mundo material, os seres humanos também são criaturas vivas e ativas cujas ações o transformam.

A Interpretação Materialista da História

“Os seres humanos podem se diferenciar dos animais pela consciência, religião e qualquer outra coisa que quisermos considerar. Mas. eles somente começam a diferenciar-se dos animais tão logo comecem a produzir seus próprios meios de sobrevivência – sua comida, abrigo e roupas”.

Com estas palavras, Karl Marx antes de tudo enfatizava como sua explicação se diferenciava ao explicar como a sociedade se desenvolve. Os seres humanos são animais que descendem dos símios. Tal como outros animais, sua maior preocupação é alimentação e proteção em relação ao clima.

Mas o modo como outros animais fazem isso depende do ambiente biológico. Um lobo mantém-se vivo caçando e matando suas presas, de modo determinado por seus instintos biologicamente herdados. Sua pele o mantém quente nas noites frias. E cria seus filhotes de acordo com padrões de comportamento herdados.

Mas a vida humana não é fixada dessa forma. Os homens que vagavam pelo planeta 100 mil ou 30 mil anos atrás viviam de modo completamente diferente daquele que vivemos hoje. Eles viviam em cavernas ou em buracos no chão. Não possuíam recipientes para armazenar alimentos ou água, e para se alimentarem dependiam da colheita de frutos ou do abate de animais com pedras. Eles não podiam escrever ou contar além da quantidade dos dedos das suas mãos. Não possuíam conhecimento do que ocorria nas vizinhanças mais próximas ou o que seus antepassados haviam realizado.

Contudo, fisicamente o homem de 100 mil anos atrás era semelhante ao homem moderno, e o de 30 mil anos atrás idêntico. Se déssemos um banho e barbeássemos um homem das cavernas, o vestíssemos com um terno e o levássemos para andar na High Street, ninguém o consideraria deslocado.

Como o arqueólogo C. Gordon Childe disse: “Os mais antigos esqueletos de nossa espécie pertencem a fases próximas à última Era Glacial… Desde que os esqueletos de Homo Sapiens foram registrados pela primeira vez na história geológica, já tendo talvez 25 mil anos, a evolução física do homem chegou a um ponto de estabilidade, embora seu progresso cultural tenha apenas começado.”

O mesmo ponto de vista é defendido por outro arqueólogo, Leakey: “As diferença física entre os homens das culturas Aurinaciana e Madaleniana (25 mil anos atrás) de um lado, e o homem existente em nossos dias, de outro, é desprezível. Mas a diferença cultural é incomensurável.

O que o arqueólogo chama de “cultura” são as coisas que homens e mulheres aprendem e ensinam uns aos outros. Por exemplo, como fabricar roupas com lã e peles de animais, como fazer potes de barro, como fazer fogo, como construir habitações, e assim por diante. Esta é uma idéia que opõe a cultura àquelas coisas que os animais sabem instintivamente.

A vida dos primeiros seres humanos já era imensamente diferente da vida dos outros animais. Pois eles eram capazes de usar as características físicas próprias do ser humano -cérebros grandes, membros posteriores capazes de manipular objetos- para começar a moldar o ambiente de modo a torná-lo adaptado a suas necessidades. Isto significava que eles podiam se adaptar a uma grande variação das condições ambientes, sem qualquer mudança em sua estrutura fisiológica. Os seres humanos já não precisavam simplesmente reagir às condições ao seu redor. Podia agir sobre essas condições, começando por mudá-las para seu próprio benefício.

No início, eles usaram paus e pedras para atacar animais selvagens, obtinham luz e calor a partir do fogo que ocorria acidentalmente na natureza, cobriam-se com vegetação e peles de animais. Decorridos muitas dezenas de milhares de anos, eles aprenderam a fazer fogo, esculpir pedras usando outras pedras, e logo aprenderam a cultivar alimento a partir de sementes que eles mesmos plantavam, a estocá-los em recipientes feitos de argila e domesticar alguns animais.

Em tempo relativamente recente -meros 5 mil anos, diante de meio milhão de anos da história humana- os seres humanos aprenderam o segredo de transformar minerais metálicos em ferramentas resistentes e armas eficientes.

Cada um desses avanços teve um enorme impacto, não apenas por tornar mais fácil a alimentação e o vestuário para os seres humanos, mas também na transformação da própria organização da vida humana. Desde o início, a vida humana era social. Apenas a união dos esforços de vários seres humanos podia possibilitá-los matar animais, colher alimentos e manter o fogo aceso. Eles tinham que cooperar.

Esta cooperação contínua também os levou a se comunicarem pela emissão de sons e desenvolvimento da língua. No começo, os grupos sociais eram simples. Não havia cultivo o bastante para manter grupos em número maior que duas dúzias de indivíduos. Todo o esforço tinha de ser dirigido para as tarefas básicas no sentido de conseguir alimento, o que levava a que todos fizessem o mesmo trabalho e vivessem o mesmo tipo de vida.

Sem meios de estocar alimentos, não poderia haver propriedade privada ou divisão entre classes sociais, nem o saque e a pilhagem podiam se apresentar como motivo para guerras.

Até alguns anos atrás, ainda havia centenas de sociedades nas mais variadas partes do globo em que este padrão social permanecia. É o caso dos indígenas das Américas do Sul e do Norte, alguns povos da África Equatorial e do Pacífico, além dos aborígenes australianos.

Não que estes povos fossem menos inteligentes que nós ou tivessem uma “mentalidade primitiva”. Os Aborígenes da Austrália, por exemplo, aprenderam a reconhecer literalmente milhares de plantas e os hábitos de uma grande diversidade de animais para poderem sobreviver.

O antropólogo Prof. Firth descreveu como:

“As tribos australianas (…) conheciam os hábitos, características, formas de procriação e flutuações sazonais de todos os pássaros, peixes e outros animais que fossem alvo de caça para alimentação e vestuário. Conheciam tanto as propriedades externas, como algumas menos óbvias, de pedras, gorduras, resinas, plantas, fibras e cascas; sabiam como fazer fogo, como utilizar o calor para aliviar a dor, deter sangramentos e retardar a deterioração de alimento fresco; e sabiam também utilizar o fogo para endurecer algumas madeiras e amolecer outras. (…) Sabiam o mínimo sobre as fases da lua, o movimento das marés, os ciclos planetários e as seqüências e duração das estações; relacionavam as flutuações climáticas como sistemas de ventos, padrões anuais de umidade e temperatura e fluxos no crescimento e permanência das espécies naturais (….) Acrescente-se ainda que eles faziam um uso inteligente e econômico de subprodutos de animais abatidos para alimentação; a carne do canguru é comida; os ossos das pernas são utilizadas para confeccionar ferramentas feitas de pedras ou pinos; os tendões são utilizados para amarrar as pontas de pedra nas lanças; as garras formam colares fixados com fibras e cera, a gordura combinada com ocre vermelho é usada como cosmético, o sangue misturado com carvão transforma-se num pigmento (…) Eles tem algum conhecimento de princípios simples de mecânica e aparam um bumerangue muitas e muitas vezes para dar-lhe a curvatura correta…”

Eles são muito mais inteligentes que nós ao lidar com problemas de sobrevivência no deserto australiano. O que eles não aprenderam foi semear e cultivar seu próprio alimento – algo que nossos próprios ancestrais aprenderam há apenas cerca de 5 mil anos, quando já viviam no planeta por um período 100 vezes maior.

O desenvolvimento de novas técnicas para produzir bens -os meios necessários para continuidade da vida humana- sempre fez nascerem novas formas de cooperação entre os seres humanos, novas relações sociais.

Por exemplo, logo que as pessoas aprenderam a cultivar seu próprio alimento (semeando a terra e domesticando animais) e a armazená-lo (em potes de barro) houve uma completa revolução na vida social – chamada pelos arqueólogos “a revolução do neolítico”. Os seres humanos tinham que cooperar entre si para limpar a terra e colher o alimento, assim como caçar os animais. Podiam viver juntos em número muito maior do que antes, podiam estocar comida e iniciar a prática de trocar bens com outros grupos.

As primeiras cidades puderam se desenvolver. Pela primeira vez havia a possibilidade de algumas pessoas viverem sem se envolverem apenas na provisão de alimentos: alguns se especializaram na manufatura de potes, outras na confecção de pederneiras e mais tarde de ferramentas e armas, outras ainda desempenhavam tarefas administrativas elementares para o grupo como um todo. Mas o pior foi que o excedente de comida forneceu um motivo para a guerra. No começo, as pessoas tinham apenas descoberto novos meios de negociar com o mundo à sua volta, ou subjugar a natureza para satisfazer suas necessidades. Mas no processo, sem ter esta intenção, acabaram por transformar a sociedade na qual viviam e junto com ela, transformaram suas próprias vidas. Marx descreveu esse processo do seguinte modo: o desenvolvimento das “forças produtivas” mudaram as “relações de produção” e, através delas, a sociedade.

Existem exemplos bem mais recentes.

Há 300 anos a grande maioria da população deste país vivia no campo, cultivando alimentos através de técnicas que eram as mesmas há séculos. Seu horizonte mental era limitado pela aldeia em que viviam e suas idéias muito influenciada pela igreja local. A grande maioria não tinha necessidade de ler e escrever, e não o fizeram.

Então, 200 anos depois, a indústria começou a se desenvolver. Dez mil pessoas foram atraídas para as fábricas. Suas vidas sofreram uma transformação completa. Agora eles vivem em grandes cidades, não em pequenas aldeias. Precisam aprender habilidades nunca imaginadas por seus ancestrais, incluindo até mesmo a capacidade de ler e escrever. A estrada de ferro e a navegação a vapor tornaram possível viajar por metade do planeta. As velhas idéias marteladas em suas cabeças pelos padres já não mais faziam sentido frente a tudo isso. A revolução material na produção foi também uma revolução no modo em que eles viviam e nas idéia em que acreditavam.

Mudanças parecidas estão ainda afetando um grande número de pessoas. Observe-se o modo como as pessoas das aldeias de Bangladesh ou da Turquia acorrem às fábricas da Alemanha e Inglaterra em busca de trabalho. É só ver como muitos deles descobrem que seus antigos costumes e suas atitudes religiosas já não são adequadas.

Ou observar a maneira como passados 50 anos, a maioria das mulheres acostumaram-se a trabalhar fora de casa e como isto levou-as a desafiar a velha concepção que entendia que elas eram praticamente propriedade de seus maridos.

As mudanças no modo como os seres humanos produzem coletivamente seu alimento, vestuário e habitação causam mudanças no modo como a sociedade se organiza e no comportamento das pessoas no interior dela. Este é o segredo da mudança social – da história – e que os pensadores anteriores a Marx (e muitos depois dele), os idealistas e materialistas mecanicistas, não puderam compreender.

Os idealistas entendiam que aconteciam mudanças – mas diziam que elas eram enviadas dos céus. Os materialistas mecanicistas entendiam que os seres humanos eram condicionados pelo mundo material, mas não viam como os seres humanos pudessem um dia vir a se transformar. O que Marx viu foi que os seres humanos são condicionados pelo mundo à volta deles, mas que eles reagem ao mundo à sua volta, trabalhando nele de modo a torná-lo mais hospitaleiro. Mas ao fazê-lo, eles mudam as condições sob as quais eles próprios vivem.

A chave para entender a mudança social reside no entendimento sobre como os seres humanos fazem frente ao problema de cultivar alimento, abrigo e vestuário. Este foi o ponto de partida de Marx. Mas isto não significa que os marxistas acreditam que avanços na tecnologia automaticamente produzam uma sociedade melhor, ou mesmo que invenções levem necessariamente a mudanças sociais. Marx rejeitava esta concepção (algumas vezes conhecida como determinismo tecnológico). Repetidas vezes na história, pessoas têm rejeitado idéias para aumentar a produção de alimento, habitação e roupas porque elas se chocam com o comportamento ou as formas de sociedade já existentes.

Por exemplo, sob o Império Romano apareceram muitas idéias sobre como aumentar as colheitas em uma dada extensão de terra, mas as pessoas não colocavam essas idéias em prática porque elas necessitavam uma dedicação no trabalho que não podia ser obtida de escravos trabalhando sob o chicote e o medo. Quando a Grã-Bretanha dominou a Irlanda no século 18, tentou impedir o desenvolvimento da indústria local para que isso não se chocasse com os interesses dos empresários de Londres.

Se alguém criasse um método de resolver o problema da fome na Índia através do abate das vacas sagradas ou fornecendo a cada um na Grã-Bretanha com suculento bifes através do processamento de carne de rato, seriam ignorados devido a preconceitos estabelecidos.

O desenvolvimento na produção desafia os velhos preconceitos e antigos hábitos de organização social, mas não os derrota automaticamente. Muitos seres humanos lutam para evitar a mudança – e aqueles que querem introduzir novos métodos de produção têm de lutar para mudar. Se aqueles que se opõem vencem, novas formas de produção não podem ser colocadas em funcionamento e a produção fica paralisada ou mesmo volta para trás.

Utilizando a terminologia marxista: quando as forças produtivas se desenvolvem, elas chocam-se com as relações de produção e com as idéias que surgiram sob as velhas forças de produção. E aí, ou as pessoas que se identificam com as novas forças de produção levam a melhor, ou aqueles que se identificam com o velho sistema o fazem. No primeiro caso, a sociedade move-se para frente. No último caso, ela permanece paralisada ou mesmo retrocede.

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